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Archive for the ‘Literatura’ Category

Apocalypse – D. H. Lawrence (1931) [e algumas pinturas]

In arte, Cinema, Literatura, pintura, videogame on 31/05/2011 at 19:19

O triunfo da morte - Pieter Bruegel (1562)

Tim Bailey. Cadet Congo Ganja - John Moores (2008)

Space Invanders Apocalypse - Lawrence Yang (2009)

No limite do discurso erudito, que se ultrapassado cairia num místicismo, D. H. Lawrence faz uma exegese do Apocalipse, mostrando simplesmente que os cristãos não são tão cristãos quanto pensam. Mais uma perversão do David.

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Ordinário – Rafael Sica (2011)

In arte, Literatura, Quadrinhos on 21/03/2011 at 22:49

(...)

(...) (2)

(...) (3)

MUTE

MUTE (2)

Estou meio por fora do quadrinho alternativo pra saber o que é original, mas sei que isso é a bobeira tornada genial.

Se existe Arte com A maiusculo, o Sr. Sica elevou os rabisco no caderno de estudantes de segundo grau semi-depressivos desinteressasdos da aula a tal status.

Continue assim e não repita de ano.

El Último Lector – David Toscana

In Literatura on 01/03/2011 at 2:01

"La biblioteca de Icamole se ha quedado sin lectores."

A tentativa de construir uma mulher e dar conta da morte através das palavras/literatura. No meio do deserto do México, entre um abacateiro e a memória de uma guerra. Uma forma de construir o mundo através do escrito (de preferência cortando e recortando as frases e palavras).

Só assim há a chance de construir uma mulher e dar contorno a morte. Bom livro.

 

Ps.: Não confundir com o livro do mesmo nome, só que do Piglia.

L’homme qui ment – Alain Robbe-Grillet (1968)

In Cinema, Literatura on 22/02/2011 at 13:01

1

2

3

6,3

7,6 + k

Altamente recomendado pra quem não gosta de estória, e gosta de brincar de cabra-cega com 3 gatinhas francesas da década de 60. (Bons tempos do filme não-linear). (Alguém me explica, por favor).

Ou: Quando um escritor vira cineasta.

Oblivion (Stories) – David Foster Wallace

In Literatura on 17/02/2011 at 10:25

Som.

Tomar um cachote (daqueles que parecem que nunca irão acabar), de manhã cedo, com o café da manhã ainda na barriga. Essa foi a sensação que tive ao ler esse livro do David Foster Wallace. Descobri esse cara por conta de outro livro dele, “Infinite Jest”, que, na folheada virtual que eu fiz dele em *pdf, não tive coragem de ler. Optei iniciar por esse, pelo conto “Good old neon”, um dos títulos mais bonitos que já vi.

Este conto é muito bom. DFW (para os fellows) brinca com a narrativa. Muda as vozes quando acha necessário, cria algumas palavras pelo texto, notas de rodapé para dar mais informações, enfim, a ficção parece tomar conta de tudo no texto dele. É uma liberdade trabalhada, necessária, não gratuita e para gozar (só um pouco, que é preciso).

DFW cometeu suicídio em 2008. E, pelo que sei até hoje, não há nenhuma tradução dos seus livros para português. O lance é se virar com o inglês intermediário nível 2 e agradecer a Amazon.

Tetro – Francis Ford Coppola (2009)

In Cinema, Literatura on 10/02/2011 at 21:06

"vou filmar na Argentina!"

Muitas belas cenas (em especial: a entrada, a festa de pijamas, o machado). Não é só a Argentina do filme, é como se o Copolla, o melhor diretor que também planta uvas, fosse latinoamericano.

Respiração Artificial – Ricardo Piglia (1980)

In arte, Literatura on 02/02/2011 at 8:09

Garoto maroto

Misturar romance epistolar com ensaio e colocar um bocado de história da Argentina (ditadura) é coisa que só Ricardo Piglia pode fazer por você. Li há algum tempo. Preciso ler de novo.

Literatura peça por peça

In Literatura, Uncategorized on 01/02/2011 at 13:08

Paulo Coelho é o rabo?

 

Onde fica a picanha?

Kafka – Steven Soderbergh (1991)

In Cinema, Literatura on 01/02/2011 at 10:55

antes...

...e depois!

Um tipo de roteiro inesperado, fiel (tanto quanto possível) a vida e obra do Kafka, que aqui vira um herói (por acaso). Hollywood é incrível.

Franny and Zooey – J. D. Salinger (1961)

In Literatura on 01/02/2011 at 1:52

exatamente assim

talvez mais bonita

Algo como a nouvelle vague da literatura, a nouvelle vague de um Rohmer: diálogos, filosofia, religião, casas incríveis e paisagens simples. [SPOILER] Um final perfeito, preciso, sem exageros. Um pouco como a vida: nossas esperanças, quando dão frutos, não são inteiramente doces. Me emocionei. Vontade de ler de novo. Lembranças das longas cenas. Tem o gosto de uma tarde ensolarada com brisa de um sábado qualquer – e qualquer outro lugar comum desses de quem gosta de um livro e simplesmente não sabe dizer apenas “gosto”. Franny. Zooey.

P.S.: Não sei se essas fotos foram tiradas pensando no livro ou se foi perspicácia do blogueiro (achei aqui). Em todo caso elas realmente tem algo de Franny e Zooey, não sei o quê.

Big Sur – Jack Kerouac (1962)

In Literatura on 03/01/2011 at 3:48

A cabana de Monsanto (Ferlinghetti)

Não sei por onde começar. Testando, 1-2-3. Alô, som. Som.

Sou suspeito pra falar de Kerouac. Esse vale a pena ler depois de on the road.