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Posts Tagged ‘bad trip’

127 hours – Danny Boyle (2010)

In Cinema on 17/02/2011 at 0:46

"meu querido designer, você é tão inteligente!"

Em 91 minutos. Ufa.

Filme-spoiler. Com direito a pensamentos estóicos.

Segundo a Ju, uma metáfora para o percurso de uma análise – isso é que é superar o rochedo da castração.

Seguimos vivendo.

(A única razão convicta pra se colocar um final feliz hoje em dia é que o filme seja uma bad trip).

Old Man – Neil Young ao vivo (voz, banquinho e violão) (1971)

In arte, Música on 02/02/2011 at 14:52

A melhor forma de você ser hippie é tocar violão e ganhar algum dinheiro (talvez). O rapaz Young deixou os camaradas Crosby, Stills e Nash e se enveredou a tocar por aí. Sei lá, às vezes dá certo, como pode ver aí no vídeo.

O cara tem muito disco, e não para. Lançou um agora, chamado “Le Noise” (que ainda não escutei, opinião em breve), e dessa vez sem os  “Crazy Horse” para acompanhar. The dammage is done.

A Love Supreme – John Coltrane Quartet (1964)

In Música on 02/02/2011 at 8:25

O maior disco de jazz (o maior, não o melhor). Não entra nessa discussão de melhor porque está fora do parâmetro das outras obras. É uma oração, uma homenagem, algo que vai acontecendo, aos poucos e ao supetão. Pá! É impossível você controlar o que vai acontecer, por mais que você escute sem parar e tente marcar. Aqui, o tempo é outro. Tente marcar quando entra o sax entre “Acknowledgement” e “Resolution” (a passagem que está no vídeo…). Não vai rolar.

Só tocaram uma vez ao vivo. Depois, Coltrane largou pra lá. É algo raro. Não dá para ficar repetindo.

Literatura peça por peça

In Literatura, Uncategorized on 01/02/2011 at 13:08

Paulo Coelho é o rabo?

 

Onde fica a picanha?

Black Swan – Darren Aronofsky (2010)

In Cinema, dança on 01/02/2011 at 10:34

patinho feio

Juliana Martins disse: “Clube da Luta para menininhas”. (Extra: dá vontade de ver o balé em questão).

Into the Void -Gaspar noé (2010)

In Cinema on 01/02/2011 at 10:25

Incrivelmente original (tanto quanto longo – se possível assista em partes). Não só na concepção mas na execução: [SPOILER] filmado em POV (point of view), em primeira pessoa, ou quase. De resto, Gaspar Noé de sempre: sexo e violência, ou o mundo pelos olhos de uma prostituta amarga. Carinho especial por este filme: o cinema vivo, são.