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La Dentellière – Claude Goretta (1977)

In Cinema on 19/03/2011 at 17:47

Essa cena é inesquecivel

Conhecido por aqui como “Um amor tão frágil”. Mais um lançado pela Lume filmes.

Em grande parte graças a Isabelle Huppert (aos 24, parecendo 19), vi o filme mais triste da minha vida. Triste pela banalidade da tragédia.

O modelo de como fazer um filme sem apelar. Uma história simples basta quando se tem uma grande atriz e um diretor correto.

Madagascar, Carnet de Voyage – Bastien Dubois

In arte, Cinema on 26/02/2011 at 1:06

Morei com um cara de Curitiba, que achava fevereiro o melhor mês do ano porque tinha Oscar e carnaval. Ele curtia axé e sabia todos os B´sides de Ivete Sangalo e Claudia Leite. Como também sabia de todos os ganhadores de melhor filme desde o início do Oscar. Na noite do Oscar ele colocava terno e etc. E o melhor filme que já existiu, para o meu amigo, foi Titanic.

Mas ele nunca me falou sobre os melhores curtas de animação. E esse é espetacular.  (tá concorrendo esse ano)

L’homme qui ment – Alain Robbe-Grillet (1968)

In Cinema, Literatura on 22/02/2011 at 13:01

1

2

3

6,3

7,6 + k

Altamente recomendado pra quem não gosta de estória, e gosta de brincar de cabra-cega com 3 gatinhas francesas da década de 60. (Bons tempos do filme não-linear). (Alguém me explica, por favor).

Ou: Quando um escritor vira cineasta.

Daguerréotypes – Agnes Varda (1976)

In Cinema on 17/02/2011 at 1:07

U-la-lá

Uma lição de como fazer um documentário simples e bom. Saia de casa para sua rua, entreviste as pessoas que lhe vendem pão, carne, cerveja, jornal, se apaixone pelo casal de velhinhos do armarinho da esquina, chame todo mundo pra um churrasco (ou um apresentação de um mágico), filmando sem parar. E use a língua sem ser ator pôrno. Basta. (Uma obrigação visitar a rua quando em Paris).

L’Enfance Nue – Maurice Pialat (1968)

In Cinema on 17/02/2011 at 0:15

Nowhere boy

1968 foi um bom ano para o cinema, a música, a história.

Por insistência do Truffaut fizeram esse filme, do mesmo diretor que fez o meu curta favorito.

Uma espécie de versão hard core dos 400 coups (“os incompreendidos”), algo como 1600 coups (“os rejeitados”).

Feito só com atores amadores, faz milagre.

Seco, duro, sem bem nem mal.

Leon Morin, Pretre – Jean-Pierre Melville (1961)

In Cinema on 01/02/2011 at 2:55

Fábio de Melo francês

Que todos os filmes religiosos fossem assim! Leon Morin, um dos maiores superherois do cinema. Mais: um filme sobre ética, sobre a vida na resistência à invasão.