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Castles in the Snow [e] At my heels – Twin Shadow (2010)

In Cinema, Música, TV on 01/06/2011 at 0:36

 

Do album Forget.

Dois clipes montados com imagens antigas por Jamie Hartley. As fontes são dois documentários: um brasileiro, chamado “punks”, 1983, de Alberto Gieco; o outro “Wildwood, N.J.”, 1994, de Carol Weaks/Cassidy/Ruth Leitman.

(Droga, viciei).

Infelizmente pra ir no show (dia 02Jun) você precisava passar por uma ridicula gincana tarefa que promove a marca que o trouxe pra promover.

Queremos não quis (trazer pro Rio). Fico me enganando imaginando que existia um contrato de exclusividade ou algo assim.

Tudo bem. No fundo é mais um 80s – muito legal – chega, até quando?

Boas letras.

Arranjos interessantes, mesmo se retro – requentados e requintados, não resisti.

Coming through – The War on Drugs (2010)

In Música on 22/03/2011 at 0:17

Pra relaxar. Dylan alike?

Madagascar, Carnet de Voyage – Bastien Dubois

In arte, Cinema on 26/02/2011 at 1:06

Morei com um cara de Curitiba, que achava fevereiro o melhor mês do ano porque tinha Oscar e carnaval. Ele curtia axé e sabia todos os B´sides de Ivete Sangalo e Claudia Leite. Como também sabia de todos os ganhadores de melhor filme desde o início do Oscar. Na noite do Oscar ele colocava terno e etc. E o melhor filme que já existiu, para o meu amigo, foi Titanic.

Mas ele nunca me falou sobre os melhores curtas de animação. E esse é espetacular.  (tá concorrendo esse ano)

Not about love – Fiona Apple (2005)

In Música, TV on 23/02/2011 at 0:31

“Oi meu nome é Fiona Apple. Não, nada a ver com eles. Fiz sucesso no final dos anos 90, lembra? Eu lembro. Mas continuo fazendo discos, de vez em quando. Minha discografia é enxuta, precisa. Sou übercool, ainda, eu acho. Continuo tirando mais suspiros de meninas que o George Clooney, ou quase. De vez em quando entrevisto o Tarantino ou gravo clipes, como este, com amigos comediantes em ascensão. Ouve essa aí, acho uma boa canção, lembrança da querida Ju, beijo pra ela”.

Suburbs – Arcade Fire (2010)

In Música on 16/02/2011 at 23:57

Cachambi Mon Amour

Um (velho) problema de se elogiar alguma coisa demais é superestimá-la. Aliás, muito elogio, o santo deveria sempre desconfiar.

Com discos de música pop (no sentido mais amplo possível), é só isso que acontece. Superestima-se. Palavras vazias pra criar a sensação de que alguma coisa vai mudar. Nada muda, é só um disco.  Se for muito bom vai fazer parte da sua vida, mas uma parte pequena, embora importante. Se for ruim, que importa – 30 outros garotos talentosos farão seu dia. Nada de mais. Nem mesmo as revoluções mudam alguma coisa, quiça um disco.

Os fãs tem um papel nisso. Ignora-se artistas muitas vezes por causa dos fãs deles. Ficar idiota – afinal, há justificativas, essa vida é uma miséria, e esses discos, de bandas que talvez nunca veremos, são um evento na vida.

Ouço os subúrbios do Arcade Fire sem grandes preconceitos, sem grandes esperanças, sem apostas, sem exigências bestas. É só um disco. Um disco muito bom. Por n razões. Não vem ao caso aqui dize-las; vale a pena ouvi-las. Now you’re ready to start.

(Mentira: uma delas é: ainda fazem só um disco de rock).

Station Agent – Thomas McCarthy (2003)

In Cinema on 01/02/2011 at 10:03

walk the line

Às vezes é preciso um filme pra percebemos como é reconfortante e gostoso estar entre amigos. E aprender que existem geeks com fetiche em trens que cortam (os Estados Unidos d)a América. Pra ver de tarde, com amigos, tomando cerveja…

It’s not meant to be – Tame Impala (2010)

In Música on 01/02/2011 at 2:46

Abre o disco Innerspeaker, que dá pra ouvir da primeira à última música, sem para ou adiantar.

Uns moleques australianos viajandões fãs de Beatles, Yes e Meat Puppets ganhando o mundo.