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Blue Valentines – Tom Waits (1978)

In arte, Música, Show on 31/05/2011 at 18:30

Música bonita e sofrida.

A letra é um caso a parte, pode ser lida como uma poesia sem medo.

Blue Valentines

She sends me blue valentines
All the way from Philadelphia
To mark the anniversary
Of someone that I used to be
And it feels just like theres
A warrant out for my arrest
Got me checkin in my rearview mirror
And I’m always on the run
Thats why I changed my name
And I didn’t think you’d ever find me here

To send me blue valentines
Like half forgotten dreams
Like a pebble in my shoe
As I walk these streets
And the ghost of your memory
Is the thistle in the kiss
And the burgler that can break a roses neck
It’s the tatooed broken promise
That I hide beneath my sleeve
And I see you every time I turn my back

She sends me blue valentines
Though I try to remain at large
They’re insisting that our love
Must have a eulogy
Why do I save all of this madness
In the nightstand drawer
There to haunt upon my shoulders
Baby I know
I’d be luckier to walk around everywhere I go
With a blind and broken heart
That sleeps beneath my lapel

She sends me my blue valentines
To remind me of my cardinal sin
I can never wash the guilt
Or get these bloodstains off my hands
And it takes a lot of whiskey
To take this nightmares go away
And I cut my bleedin heart out every nite
And I die a little more on each St. Valentines day
Remember that I promised I would
Write you…
These blue valentines
blue valentines
blue valentines

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Coming through – The War on Drugs (2010)

In Música on 22/03/2011 at 0:17

Pra relaxar. Dylan alike?

Jackass 3D – Jeff Tremaine (2010)

In Cinema, TV on 19/03/2011 at 17:33

Quem diria que Salò viraria brincadeira de criança, quer dizer, de adulto.

Onde houver um pouquinho de humor, lá estarei.

Oblivion (Stories) – David Foster Wallace

In Literatura on 17/02/2011 at 10:25

Som.

Tomar um cachote (daqueles que parecem que nunca irão acabar), de manhã cedo, com o café da manhã ainda na barriga. Essa foi a sensação que tive ao ler esse livro do David Foster Wallace. Descobri esse cara por conta de outro livro dele, “Infinite Jest”, que, na folheada virtual que eu fiz dele em *pdf, não tive coragem de ler. Optei iniciar por esse, pelo conto “Good old neon”, um dos títulos mais bonitos que já vi.

Este conto é muito bom. DFW (para os fellows) brinca com a narrativa. Muda as vozes quando acha necessário, cria algumas palavras pelo texto, notas de rodapé para dar mais informações, enfim, a ficção parece tomar conta de tudo no texto dele. É uma liberdade trabalhada, necessária, não gratuita e para gozar (só um pouco, que é preciso).

DFW cometeu suicídio em 2008. E, pelo que sei até hoje, não há nenhuma tradução dos seus livros para português. O lance é se virar com o inglês intermediário nível 2 e agradecer a Amazon.

Old Man – Neil Young ao vivo (voz, banquinho e violão) (1971)

In arte, Música on 02/02/2011 at 14:52

A melhor forma de você ser hippie é tocar violão e ganhar algum dinheiro (talvez). O rapaz Young deixou os camaradas Crosby, Stills e Nash e se enveredou a tocar por aí. Sei lá, às vezes dá certo, como pode ver aí no vídeo.

O cara tem muito disco, e não para. Lançou um agora, chamado “Le Noise” (que ainda não escutei, opinião em breve), e dessa vez sem os  “Crazy Horse” para acompanhar. The dammage is done.